Manchas vermelhas que coçam, febre moderada e aumento de gânglios no pescoço estão entre os sinais mais comuns da rubéola, doença viral que pode ser confundida com gripe nos primeiros dias.
Principais sintomas
De acordo com especialistas, os sintomas costumam surgir entre 12 e 21 dias após o contato com o Rubivírus. O período de maior transmissibilidade abrange os sete dias antes do aparecimento das manchas cutâneas e se estende por mais uma semana depois que elas surgem. Os indícios mais frequentes são:
- Febre de até 38 °C;
- Secreção nasal, espirros e tosse;
- Dor de cabeça e mal-estar;
- Ínguas, especialmente na região cervical;
- Irritação ocular com vermelhidão;
- Manchas avermelhadas que provocam coceira.
Gravidez e recém-nascidos
Gestantes e bebês infectados após o nascimento apresentam o mesmo quadro clínico observado em outras faixas etárias. No entanto, quando a infecção ocorre durante a gestação, há risco de comprometimento no desenvolvimento do feto.
Como confirmar o diagnóstico
A avaliação inicial é clínica, baseada nos sinais descritos. Para confirmação, médicos solicitam exame de sangue que mede anticorpos IgM e IgG contra o vírus da rubéola. O teste também indica se a pessoa já foi imunizada.
Orientações de tratamento
Não há medicamento específico para eliminar o vírus. O cuidado é direcionado ao alívio dos sintomas, com analgésicos, repouso, hidratação e isolamento domiciliar para evitar novos contágios. Crianças nascidas com rubéola congênita devem ser acompanhadas por equipe multiprofissional, incluindo pediatras e fisioterapeutas.
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Em caso de suspeita da doença, o Ministério da Saúde recomenda procurar um clínico geral, infectologista ou pediatra para avaliação e realização dos exames necessários.
Com informações de Tua Saúde

