Remada baixa: exercício na polia reforça musculatura das costas e tem múltiplas variações

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A remada baixa, também conhecida como remada sentada, é apontada por profissionais de educação física como um dos movimentos mais completos para o desenvolvimento das costas. Executada na polia baixa da academia, a atividade combina estabilidade, segurança para a região lombar e diferentes opções de pegada, o que permite adaptação tanto para iniciantes quanto para atletas avançados.

Para que serve

Segundo especialistas, o exercício é recomendado para fortalecer a musculatura dorsal, impulsionar a hipertrofia da região, melhorar a postura, aumentar a estabilidade da coluna e gerar força para movimentos de puxada no cotidiano. O uso da máquina diminui o estresse articular e a sobrecarga lombar, tornando a prática acessível a um público amplo.

Músculos trabalhados

O movimento recruta principalmente o latíssimo do dorso e o trapézio, responsáveis pela aproximação das escápulas. Bíceps, deltoide posterior e braquiorradial atuam como auxiliares na flexão do cotovelo. Para manter o tronco ereto, entram em ação lombares, romboides, eretores da espinha e abdômen.

Principais variações

Entre as opções mais comuns de pegada estão:

  • Supinada: palmas voltadas para cima, com ênfase em bíceps e dorsais;
  • Neutra: palmas uma para a outra, favorecendo distribuição equilibrada de esforço e menor tensão em punhos e cotovelos;
  • Aberta: mãos além da linha dos ombros em barra reta, focando a parte superior das costas;
  • Pronada: palmas para baixo, destacando deltoide posterior, romboides e trapézio;
  • Com triângulo: acessório triangular que concentra o trabalho no latíssimo do dorso e aproxima mais as escápulas;
  • Unilateral: execução com uma alça por vez para corrigir desequilíbrios musculares.

Como executar

Para realizar a remada baixa, o praticante deve:

  1. Regular o cabo na altura do abdômen;
  2. Apoiar os pés no suporte, mantendo joelhos levemente flexionados;
  3. Fixar a barra, triângulo ou alça desejada;
  4. Selecionar a carga orientada pelo profissional;
  5. Segurar o acessório na pegada escolhida;
  6. Puxar em direção ao abdômen, levando os cotovelos para trás;
  7. Retornar sem soltar totalmente a tensão.

O volume sugerido varia de 10 a 12 repetições, em 2 a 3 séries, ajustado às metas individuais pelo educador físico.

Cuidados

Durante a execução, recomenda-se inspirar ao estender os braços e expirar na puxada. A lombar deve permanecer neutra e o abdômen, ativado. Também é importante não permitir a perda completa de tensão no cabo para proteger articulações e coluna.

Última atualização do conteúdo técnico: 15 de junho de 2026.

Com informações de Tua Saúde

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