Goma guar auxilia no funcionamento intestinal, controle do colesterol e saciedade

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A goma guar, fibra solúvel vendida em pó ou em gomas mastigáveis em farmácias e lojas de produtos naturais, é apontada por especialistas como aliada no equilíbrio da flora intestinal, na formação das fezes e na estimulação dos movimentos do intestino, ajudando a combater a prisão de ventre.

Principais usos

Segundo orientações de nutricionistas citadas pelo portal Tua Saúde, o produto pode ser indicado para:

  • Emagrecimento: no estômago, a fibra forma um gel que prolonga a sensação de saciedade e reduz a fome. O efeito é potencializado quando associado a dieta equilibrada e atividade física.
  • Controle do colesterol: ao se ligar a ácidos biliares, força o fígado a utilizar colesterol na produção desses ácidos, contribuindo para reduzir o LDL e prevenir aterosclerose, infarto e angina.
  • Prevenção e controle da diabetes: diminui a velocidade de absorção de açúcar dos alimentos, equilibrando os níveis de glicose e ajudando a evitar resistência à insulina.
  • Fortalecimento do sistema imunológico: exerce ação imunomoduladora ao favorecer bactérias benéficas e reduzir as nocivas no intestino, podendo auxiliar na prevenção de alergias, gripes e doenças inflamatórias como síndrome do intestino irritável, colite ulcerativa e doença de Crohn.
  • Combate à prisão de ventre: por ser fibra solúvel, estimula o trânsito intestinal e facilita a eliminação das fezes, efeito que depende da ingestão adequada de água.

Como consumir

Em pó, a goma guar pode ser diluída em água, sucos, iogurtes ou incluída em preparações como pães, bolos, molhos, purês, pudins e sorvetes para melhorar textura e maciez. A dose sugerida para adultos varia de 5 g a 25 g por dia, diluída em líquido e ingerida antes das refeições. Na versão de gomas mastigáveis, a recomendação é cerca de duas unidades diárias.

Efeitos colaterais e cuidados

O consumo excessivo pode provocar gases, cólicas, distensão abdominal, náuseas, diarreia e, em casos mais graves, obstrução intestinal. A ingestão da fibra sem quantidade suficiente de líquidos aumenta o risco de engasgos e pode agravar a prisão de ventre.

Gestantes e mulheres que amamentam devem recorrer ao produto apenas com orientação médica. A fibra pode interferir na ação de medicamentos como metformina, etinilestradiol, penicilina e dioxina; por isso, pessoas em uso dessas substâncias devem consultar um profissional de saúde antes de iniciar o consumo.

Com informações de Tua Saúde

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