Reconhecer rapidamente os sinais de infarto e acionar socorro especializado são atitudes que podem salvar vidas e evitar sequelas graves, como arritmias ou insuficiência cardíaca. A orientação é ligar para o SAMU, no telefone 192, assim que os primeiros sintomas aparecerem.
Como identificar os sintomas
Entre os indícios mais comuns estão dor intensa no peito em forma de aperto ou queimação, desconforto que pode irradiar para mandíbula ou braços, falta de ar, suor frio, palpitações, náusea, vômito e, em alguns casos, tontura ou desmaio. Se a dor persistir por mais de 15 minutos sem alívio, trata-se de um alerta vermelho.
Procedimentos iniciais
Após o reconhecimento dos sinais, o protocolo de primeiros socorros recomenda:
- Acionar ajuda médica: ligar imediatamente para o SAMU (192) ou para serviço particular de emergência.
- Manter a vítima calma: conversar de forma tranquila e orientar respirações lentas e profundas, contando até cinco na inspiração e expiração.
- Desapertar roupas e acessórios: soltar cintos, gravatas, botões ou qualquer peça que dificulte a respiração.
- Administrar aspirina: oferecer 300 mg de ácido acetilsalicílico, caso a pessoa nunca tenha tido infarto e não seja alérgica. Se houver prescrição prévia de nitrato (por exemplo, Monocordil ou Isordil), o comprimido indicado pelo cardiologista deve ser priorizado.
- Vigiar sinais vitais: monitorar respiração e batimentos cardíacos até a chegada da ambulância.
Se houver perda de consciência
Em caso de desmaio, deve-se colocar a vítima deitada de barriga para cima ou de lado, verificando ritmo cardíaco e respiração. Caso pare de respirar, inicia-se imediatamente a massagem cardíaca, mantendo as compressões até a chegada dos profissionais de saúde ou até a retomada dos batimentos.
Imagem: Internet
Grupo de maior risco
Embora qualquer pessoa possa sofrer infarto, a probabilidade aumenta em idosos e em quem convive com doenças crônicas mal controladas, como hipertensão, diabetes e colesterol alto.
Com informações de Tua Saúde

